sábado, 29 de agosto de 2009

A Perfeição.


Eu quero que você saiba
Que não importa onde pegamos essa estrada.
Alguém tem que partir.
Tudo começou com um beijo perfeito,
Mas nós sentimos o veneno se espalhar.
A perfeição não poderia manter este amor vivo...









Você não pode fazer dar certo, quando você sabe que é errado.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Here we go again.


"Nós só começamos, você não precisa ter medo,
Você mereceu esses dois minutos de ódio.
Bem, nós cuspimos e nós cursamos
E nossos corações sangrando, arrebentaram
Não podiam reverter."






E aqui nós vamos de novo...

Até quando?


"Estamos chegando rapido
E nós construimos o último
Nós tropeçamos em alguém
Agora nós estamos contentes
Por finalmente dizer que aqueles dias passaram
Me diga até quando vai ser assim?"

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Meia noite


Era meia noite e eu pensava em você. Era meia noite, eu comia um pão com manteiga e tomava uma chicara de café e pensava em você. Eu não queria pensar em você, eu apenas queria comer sossegado, mas não dava. Algo me fazia pensar em você e eu simplesmente pensava.








Parece algo impregnado, às vezes tem a sensação de brisa quando toca no corpo, outra é profundo que no silencio ouço gritos...

terça-feira, 25 de agosto de 2009

A verdade.


"Na verdade eu não queria nem chegar perto dele, queria que ele fosse logo embora para que eu não tivesse que olhar muito para aquela cara escrota dele de quem não olha nos olhos. Eu não gosto de quem não olha nos olhos, porque eu mesma não olho muito nos olhos de alguém, e eu sei muito bem o que isso significa."













E é exatamente por saber o que significa que doi. Digamos então que quando não se sabe sobre algo não se sabe sobre o que acontece. Então, o problema se localiza entre o conhecer de mais e o não conhecer direito. Estou certa?

Erro.


"Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias. Difícil é encontrar e refletir sobre seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado. E é assim que perdemos pessoas especiais."











Tomei um soco, bem no meio do meu ego...isso sim.

domingo, 23 de agosto de 2009

Que?


"Sinto mais saudade do que posso. Mas é uma saudade muito específica, sabe? Então dispenso qualquer outra companhia com o meu mau humor explícito. Não me olha assim, nem me julgue desse jeito. Eu tenho meus dias e você os seus, a gente costumava se respeitar lembra? É... faz tempo mesmo. Mas continuo a mesma tonta que leva tatuado em neon no peito os dizeres "errar é o meu forte" e eu erro, falo demais. Demais. E também fumo mais do que deveria. E bebo exatamente pelos motivos errados. Sim, existem os certos. Te odeio e quando te julgo, te odeio ainda mais e o faço porque me vejo em você. Mas logo volto atrás, te abraço. E ainda somos os mesmos falastrões-estúpidos-nômades-promíscuos de sempre. Não tem jeito. Então me diz: Na minha casa ou na sua?"











"Sei também que esta minha lucidez pode se tornar o inferno humano - já me aconteceu antes."

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Outro lado.


Sim, deve ter havido uma primeira vez, embora eu não lembre dela, assim como não lembro das outras vezes, também primeiras, logo depois dessa em que nos encontramos completamente despreparados para esse encontro. E digo despreparados porque sei que você não me esperava, da mesma forma como eu não esperava você. Certamente houve, porque tenho a vaga lembrança - e todas as lembranças são vagas, agora -, houve um tempo em que não nos conhecíamos, e esse tempo em que passávamos desconhecidos e insuspeitados um pelo outro, esse tempo sem você eu lembro. Depois, aquela primeira vez e logo após outras e mais outras, tudo nos conduzindo apenas para aquele momento.








''E eu não sei explicar. Acho que é uma questão de amor."

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Antes de você.


Não saio mais pra passear,
Só quero ir aonde você está
O livro não é bom, não quero ouvir um som
Não acho nada na TV.
Não tenho fome,
Não quero beber,
Quero saber se você já dorme...
Tudo passa, a noite deve passar também...
Não me lembro como eu era antes de você.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Pensamentos Aflitos.



O fato era: Eu não queria ser ruim, não queria causar má impressão, não queria deixar coisas piores do que estão...








Eu só queria fazer algo bonito, que te emocionasse... algo que ficasse guardado para sempre.








Mas não deu. Me desculpe por tentar.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Nós.


Você gosta de musicas calmas, eu gosto das agitadas. Você gosta de cantar, eu de dançar. Você gosta de azul, eu de vermelho. Você gosta de passar horas vendo TV, eu de passar horas lendo um bom livro. Você gosta do romantismo, eu do modernismo. Você gosta de Machado de Assis, eu de Carlos Drummond. Nós gostamos de ver filme, gostamos de falar de musica, gostamos de macarrão, de queijo, de cebola. Nós gostamos de sorvete no frio, nós gostamos de cinema, de teatro, de parque de diversão. Nós gostamos de dias frios. Nós gostamos de praia. Nós gostamos de coisas estranhas. Nós gostamos de coisas para pendurar. Nós gostamos de assistir a orquestra. Nós gostamos de roupa social. Não gostamos de balada. Não gostamos de futebol. Não gostamos de lugares cheios. Não gostamos de gente grudenta. Não gostamos de filas. Não gostamos de mamão. Não gostamos de filmes de cachorro. Não gostamos de gelatina de abacaxi. Não gostamos de suco tang. Não gostamos de coca-cola. Não gostamos de pessoas que falam muito.


Isso é nós. Isso é sermos nós.






Isso é tão eu, é tão você que quase nos confundimos.

Eu Preciso.


"Eu preciso muito, muito de você. Eu quero
muito, muito você aqui de vez em quando nem
que seja, muito de vez em quando. Você nem
precisa trazer maçãs, nem perguntar se estou
melhor. Você não precisa trazer nada, só
você mesmo. Você nem precisa dizer alguma
coisa no telefone. Basta ligar e eu fico
ouvindo o seu silêncio. Juro como não peço
mais que o seu silêncio do outro lado da
linha ou do outro lado da porta ou do outro
lado do muro. Mas eu preciso muito, muito de
você."








"Por favor, não me empurre de volta ao sem volta de mim"

O dia

E eu que esperava que neste dia tudo estivesse bem, não está. Não muito. Hoje eu queria que o sol saísse e batesse na sua janela, mas o sol não esta em condições de sair, as nuvens impedem que ele apareça.



Vamos esperar outro dia, para ver o que acontece?

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Rifa-se


"Rifa-se um coração
Rifa-se um coração quase novo.
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste
em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração que na realidade está um
pouco usado, meio calejado, muito machucado
e que teima em alimentar sonhos e, cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente que nunca desiste
de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado coração
que acha que Tim Maia
estava certo quando escreveu...
"...não quero dinheiro, eu quero amor sincero,
é isso que eu espero...".
Um idealista...
Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece, e mantém sempre viva a
esperança de ser feliz, sendo simples e natural.
Um coração insensato que comanda o racional
sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida que vive procurando
relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste em cometer
sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo em nome
de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado.
Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional
que abre sorrisos tão largos que quase dá pra engolir as orelhas,
mas que também arranca lágrimas
e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado,
ou mesmo utilizado
por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado indicado apenas para
quem quer viver intensamente
contra indicado para os que apenas pretendem
passar pela vida matando o tempo,
defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente
que se mostra sem armaduras
e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer
para São Pedro na hora da prestação de contas:
"O Senhor pode conferir.
Eu fiz tudo certo,
só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal
quando ouvi este louco coração de criança
que insiste em não endurecer e, se recusa a envelhecer"
Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por
outro que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate
tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda
não foi adotado, provavelmente, por se recusar
a cultivar ares selvagens ou racionais,
por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio,
sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento
até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos que,
mesmo estando fora do mercado,
faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra,
constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence
seu usuário a publicar seus segredos
e a ter a petulância de se aventurar como poeta."

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

A Falta e a Dor.

- Sinto sua falta...
- Mas eu estou aqui, do seu lado.
- Eu sei, mas a falta que eu sinto é mais funda, é por dentro...









Hoje, meu coração lateja uma dor nossa...

O erro.



"Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu. "










"Não estou fazendo nada errado, só estou tentando deixar as coisas um pouco mais bonitas"

A perda.


"Como doem as perdas para sempre perdidas, e portanto irremediáveis, transformadas em memórias iguais pequenos paraísos-perdidos."











"...mas quando desvio meu olho do teu, dentro de mim guardo sempre teu rosto."

Quero.


"Dizem que a gente tem o que precisa. Não o que a gente quer. Tudo bem. Eu não preciso de muito. Eu não quero muito.
Eu quero mais. Mais paz. Mais saúde. Mais dinheiro. Mais poesia. Mais verdade.
Mais harmonia. Mais noites bem dormidas. Mais noites em claro. Mais eu. Mais você.
Mais sorrisos, beijos e aquela rima grudada na boca. Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero mais. Quero você. Quero eu. Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu cheiro. Quero aquele olhar que não cansa, o desejo que escorre pela boca e o minuto no segundo seguinte: nada é muito quando é demais."

Ele.


"Ele gostava quando ela dizia sabe, nunca tive um papo com outro cara assim que nem tenho com você. Ela gostava quando ele dizia gozado, você parece uma pessoa que eu conheço há muito tempo. E de quando ele falava calma, você tá tensa, vem cá, e a abraçava e a fazia deitar a cabeça no ombro dele para olhar longe, no horizonte do mar, até que tudo passasse, e tudo passava assim desse jeito. Ele gostava tanto quando ela passava as mãos nos cabelos da nuca dele, aqueles meio crespos, e dizia bobo, você não passa de um menino bobo".










"Sobretudo, não se angustie procurando-o: ele vem até você, quando você e ele estiverem prontos."

A Promessa.


"E tudo que eu andava fazendo e sendo eu não queria que ele visse nem soubesse, mas depois de pensar isso me deu um desgosto porque fui percebendo (...) que talvez eu não quisesse que ele soubesse que eu era eu, e eu era."








"Se hoje o sol sair, eu te prometo o céu...!"

Doce.

“Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce, que seja doce, que seja doce, e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se não fosse nada.”









"E se você vem, fica tudo maior, mais amplo...Sei lá...Mas é como se eu existisse dum jeito mais completo..."

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A carta.


(...) para mim está bom assim, sem tirar nem por nada, sem reformas, sem concertos, assim com as rachaduras e o durex mesmo...











E mesmo depois de tudo que vivemos, talvez amanhã nós possamos simplesmente ter um dia bom...

Na paz.


"Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo. Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso."








"A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso. A única magia que existe é a nossa incompreensão."

domingo, 9 de agosto de 2009

A Culpa.


"Menos pela cicatriz deixada, uma ferida antiga mede-se mais exatamente pela dor que provocou, e para sempre perdeu-se no momento em que cessou de doer, embora lateje louca nos dias de chuva."










O fato é: ou esquecemos de uma vez por todas tudo o que vivemos, ou assumimos a culpa para sempre.

sábado, 8 de agosto de 2009

She's the one.

"I was her she was me
We were one we were free
And if there's somebody calling me on
She's the one."









"Na minha memória - já tão congestionada - e no meu coração - tão cheio de marcas e poços - você ocupa um dos lugares mais bonitos."

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Solidão.


"Não sei como me defender dessa ternura que cresce escondido e, de repente, salta para fora de mim, querendo atingir todo mundo. Tão inesperada quanto a vontade de ferir, e com o mesmo ímpeto, a mesma densidade. Mas é mais frustrante. Sempre encontro a quem magoar com uma palavra ou um gesto. Mas nunca alguém que eu possa acariciar os cabelos, apertar a mão ou deitar a cabeça no ombro. Sempre o mesmo círculo vicioso: da solidão nasce a ternura, da ternura frustrada a agressão, e da agressividade torna a surgir a solidão. Todos os dias o ciclo se repete, às vezes com mais rapidez, outras mais lentamente. E eu me pergunto se viver não será essa espécie de ciranda de sentimentos que se sucedem e se sucedem e deixam sempre sede no fim."








É...há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Wafo... Alguém para sempre =]


—Talvez um dia ainda dê certo...
—Um dia, mais não agora... Um dia demora muito...
— Às vezes não... é que agora não é pra ser.


... Um dia talvez seja a unica saída para o agora...



"Algo aconteceu no meio do caminho e ontem é tudo que nós temos."


terça-feira, 4 de agosto de 2009

Pensamento atual.


Então seria isso mesmo.
Apagaríamos todos os rastros
Dissimularíamos todos os fatos
Assegurando assim,
Que um passado involuntário e equivocado
Não interfira nos propósitos do futuro,
Futuro aquele todo certinho como você sempre imaginou.






Embora você veja tudo como um erro, eu nunca vou me arrepender de você.

Now!


"Eu sonhei um sonho num tempo que já se foi
Quando esperanças eram elevadas e valia a pena viver
Eu sonhei que o amor nunca morreria
Eu sonhei que Deus estaria perdoando

E ainda sim sonhei que ela veio até mim
E que viveríamos os anos juntos
Mas há sonhos que não podem ser
E há tempestades que não podemos prever

Eu tive um sonho que minha vida seria
Tão diferente deste inferno que estou vivendo
Tão diferente daquilo que parecia
Agora a vida matou o sonho que sonhei"

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A conversa.


—Eu passaria o dia e a noite com você...

—Eu também...

—Nem precisava falar nada, só ficar junto...

—É, é tão bom ficar com você... Não consigo pensar em alguém que me deixa assim...

—Nem eu...

Se você acha que conhece...


Não sou nem nunca fui um bom exemplo de pessoa, não que eu seja de todo o ruim, mas boa também não sou, não... Acho que eu sou estranha, mas nem me preocupo muito com isso, as pessoas que convivem comigo costumam ser tão estranhas quanto eu... Sempre gostei de coisas bizarras, coloridas e extravagantes, gosto de coisas simples também, do tipo normal. Gosto de conversar, mas só com pessoas que eu realmente gosto, 90% das coisas que eu falo são besteiras ou putaria, também gosto de falar de vingança, de musica, de comida, de poesia, de filmes e de porcarias em geral... Gosto de escrever tem horas que isso é a única coisa que consegue me fazer sentir bem, gosto de ver filmes, de fotografar, de desenhar, de quebrar copos e colocar fogo nas coisas, de fazer origami e gasto 50% do meu tempo fazendo ou procurando algo relacionado. Adoro plástico bolha, acho que todo mundo gosta, gosto de encher um saco e estourar, de arranhar a lousa e raspar a panela, gosto de dias frios, gosto de animais... de todos os tipos. Não gosto de pessoas efusivas, pseudo intelectuais, nem de pessoas melosas de mais, não sou do tipo muito educada, não faço questão de ser simpática nem de mostrar ao mundo minha inteligência, para mim isso é digno de pena, me irrita. Também não gosto de comodismo, materialismo, preguiça, hipocrisia... Odeio gente que tem preguiça de tirar a bunda do sofá para pegar seu próprio copo de água. Gosto de pessoas impulsivas. Não tenho laços familiares muito fortes, a não ser com a minha mãe... 90% das pessoas que me conhecem já me viram de pijama, já me acordaram, já me telefonaram de madrugada, já viram a minha bunda ou qualquer coisa do tipo... Sou mão de vaca ao extremo e odeio tirar um tostão do bolso para pagar alguma coisa, portanto não me façam gastar com coisa inútil. Não sou do tipo que se apaixona fácil, nem do tipo que gosta das pessoas facilmente, eu não ia com cara de 60% dos meus amigos. Não sou do tipo que demonstra muitos sentimentos, só quando eu realmente gosto da pessoa. Tenho ataques estranhos quando vejo alguma coisa que eu gosto muito, isso acontece freqüentemente quando vejo algum cachorro gostoso, por exemplo, gostoso que eu digo, é gostoso mesmo do tipo de um Bernese Mountain Dog, namoro esse cachorro desde a primeira vez que o vi. Tenho facilidade para aprender as coisas, isso falando didaticamente, por que emocionalmente eu sou uma anta. Gosto de livros de historinha, de quadrinhos, de gibis, gosto de ler crônicas, contos e adoro Carlos Drummond. Gosto de filmes narrados. Tenho manias estranhas, gosto de tomar banho ouvindo musica, e de ouvi-la antes de dormir. Gosto de musica ruim... conheço milhares de bandas, mas escuto sempre as mesmas musicas e normalmente a mesma banda também. Sou uma pessoa nervosa e às vezes eu surto, acho que herdei do meu pai, algumas pessoas tem medo de mim por isso, me da vontade de matar alguém e acho que isso teria uma grande possibilidade de acontecer se fosse valer a pena, coisa que não vale muito, não...depois eu não poderia prestar concurso publico, sumir com o corpo também seria bem trabalhoso e eu tenho preguiça... Tenho medo de borboleta, eu as evito o máximo, mas se chegarem muito perto eu faço escândalo. Eu me assusto com freqüência, até quando eu sei que existe a possibilidade disso acontecer. Não sei cozinhar, nem faço muita questão de aprender, essas coisas não são pra mim... Às vezes até faço uma coisinha ou outra, prefiro fazer doces. Não gosto de tomar decisões nem sei direito fazer isso, eu prefiro deixar tudo ir se ajeitando com o tempo, se não eu me enrolo e acabo fazendo mais bosta. Não gosto de flores, nem de melação, romantismo ou jogos de sedução barata. Sou extremamente confusa, me confundo só de alguém falar muito rápido ou mudar de assunto. Não tenho uma boca das mais limpas, mas as pessoas já se acostumaram, afinal 50% das palavras que eu falo são palavrão...mas estou tentando parar, é serio! Odeio branco, especialmente pra roupa, não gosto de nada com lantejoulas ou miçangas, me lembram roupa de mãe de santo. Não gosto de pensar no futuro, na verdade acho que tenho medo dele, então não faço planos a longo prazo. Prefiro coisas e pessoas espontâneas, especialmente pessoas, acho que elas são mais verdadeiras. Tenho medo de como algumas coisas podem acabar. Adoro abraço, chocolate, suco de acerola e queijo, eu amo queijo. Já tive o cabelo de todas as cores e cortes que existem, agora eu cansei e cheguei à conclusão que estou com preguiça e estou ficando velha... ah, tenho preguiça das pessoas as vezes, muita preguiça das pessoas, e isso é um problema... Tenho uma pessoa especial, e eu faria qualquer coisa por ela, mas nem sei se ela sabe disso. Não espero que ninguém apareça num cavalo e faça da minha vida um conto de fadas com final feliz e essas baboseiras... Não que eu não goste de cavalo, eu gosto... só acho que a vida é bem mais que um príncipe encantado em um cavalo branco com cantorias e final feliz a moda Disney...


domingo, 2 de agosto de 2009

Sem resposta

"Você tem medo de mudar porque, se o fizer, acha que vai perder o que tem de especial.
Mas, olha só: ser infeliz não te torna especial, só te faz infeliz mesmo."








Sentimentos insuportavelmente atuais que se negam a morrer no escuro.

"Nós nos abraçamos
Eu toco em tecido rico
Você em tecido pobre
O abraço é ligeiro
Você vai para um almoço
Atrás de mim estão os carrascos
Falamos do tempo
E da nossa permanente amizade
Todo o resto seria amargo demais."