"Ainda bem q você vive comigo,
porque senão como seria essa vida?
Sei lá, sei lá..."
=)
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Anxiety ♥
Uma canção de amor à autodeterminação,
uma história recapitulada todos os dias,
um mundo de sentimentos falsos
e um mundo de decaimento lento.
um mundo de risos escondidos por este mundo
de medo e de castigo
um jogo de compulsão estranha,
nossa visceral convulsão
ansiedade por amor da vida,
ansiedade para a dor,
ansiedade, a sensação de que você sabe
você não pode conter
(um receio de que você não tem mais nada a ganhar)
ansiedade destrói-nos
mas que impulsiona o homem comum,
Fundação da sociedade ansiedade
suprimir-se que você pode
a casta de arquivadores de café não agiu como eles planejaram,
a hora do rush matinal é o nosso plano de jogo falso,
então corra ao redor de sua frenética faixa e deite-se para dormir,
amanhã é a redenção
nos esforçaremos para aquela exceção
com o que estamos irritados?
todos nós precisamos de um remédio comum,
aquele objetivo comum para o qual você se esforça
ter mais do que a outra cara
a busca da verdade,
a procura do ouro que queremos seja como for,
a mentira comum,
os virtuosos gritos que acabam tudo igual,
a multidão irritada,
todos esses achados e perdidos todo mundo é igual,
A caneta do poeta,
essas palavras que empresto,
todos nós dobrar a ansiedade.
uma história recapitulada todos os dias,
um mundo de sentimentos falsos
e um mundo de decaimento lento.
um mundo de risos escondidos por este mundo
de medo e de castigo
um jogo de compulsão estranha,
nossa visceral convulsão
ansiedade por amor da vida,
ansiedade para a dor,
ansiedade, a sensação de que você sabe
você não pode conter
(um receio de que você não tem mais nada a ganhar)
ansiedade destrói-nos
mas que impulsiona o homem comum,
Fundação da sociedade ansiedade
suprimir-se que você pode
a casta de arquivadores de café não agiu como eles planejaram,
a hora do rush matinal é o nosso plano de jogo falso,
então corra ao redor de sua frenética faixa e deite-se para dormir,
amanhã é a redenção
nos esforçaremos para aquela exceção
com o que estamos irritados?
todos nós precisamos de um remédio comum,
aquele objetivo comum para o qual você se esforça
ter mais do que a outra cara
a busca da verdade,
a procura do ouro que queremos seja como for,
a mentira comum,
os virtuosos gritos que acabam tudo igual,
a multidão irritada,
todos esses achados e perdidos todo mundo é igual,
A caneta do poeta,
essas palavras que empresto,
todos nós dobrar a ansiedade.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Jabor...=)
"Eu quero dizer o que eu não sei o que quer dizer, e quero que você diga tudo que você não sabe o que quer dizer!...
Sei que é babaquice, querer ser o verdadeiro... espera... vou ser mais simples... será que a gente não podia ser puro, e falar tudo o que sente para o outro... ninguém tem essa coragem... será que a gente... não podia correr este perigo?...
Falar o que a gente não disse que sente pelo outro?"
Sei que é babaquice, querer ser o verdadeiro... espera... vou ser mais simples... será que a gente não podia ser puro, e falar tudo o que sente para o outro... ninguém tem essa coragem... será que a gente... não podia correr este perigo?...
Falar o que a gente não disse que sente pelo outro?"
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Escrevo...
"Escrevo...
Como se encher de palavras uma folha vazia fosse capaz de preencher o vazio que sinto por dentro.
Escrevo...
Como se uma simples caneta conseguisse acabar com a solidão que me persegue em meio à multidão.
Escrevo...
Como se distrair os pensamentos fosse suficiente para fazê-la não amar outro.
Escrevo...
Como se dar vazão à inspiração que ela me traz fosse capaz de diminuir a vontade que sinto de tê-la em meus braços.
Escrevo...
Como se criar versinhos tolos de amor me desse a certeza de que sou capaz de fazê-la feliz.
Escrevo...
Como se matar o tempo fosse nos ajudar a ser felizes para sempre."
Como se encher de palavras uma folha vazia fosse capaz de preencher o vazio que sinto por dentro.
Escrevo...
Como se uma simples caneta conseguisse acabar com a solidão que me persegue em meio à multidão.
Escrevo...
Como se distrair os pensamentos fosse suficiente para fazê-la não amar outro.
Escrevo...
Como se dar vazão à inspiração que ela me traz fosse capaz de diminuir a vontade que sinto de tê-la em meus braços.
Escrevo...
Como se criar versinhos tolos de amor me desse a certeza de que sou capaz de fazê-la feliz.
Escrevo...
Como se matar o tempo fosse nos ajudar a ser felizes para sempre."
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
=|
"Enganei o tempo, congelei a retina, refiz caminhos,
desmistifiquei as noites, entornei venenos, crucifiquei,
ressuscitei auroras,inaugurei silêncios, desabitei manhãs,
afoguei sentidos, instaurei o caos,voltei à ordem,
afoguei sentidos, instaurei o caos,voltei à ordem,
vesti avessos, despi esperas,reinventei vésperas,
esqueci um tanto,desacreditei, recompus.
Inútil.
Intacto, permaneces."
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
"Que é, afinal, que eles queriam? Eles não sabiam, e usavam-se como quem se agarra em rochas menores até poder sozinho galgar a maior, a difícil e a impossível; usavam-se para se exercitarem na iniciação; usavam-se impacientes,ensaiando um com o outro o modo de bater asas para que enfim – cada um sozinho e liberto - pudesse dar o grande vôo solitário que também significaria o adeus um do outro. Era isso?"
Mude.
Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa, mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por um tempo o estilo das roupas.
Dê os seus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente pela praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama… depois, procure dormir em outra cama.
Assista a outros programas de tv, compre outros jornais… leia outros tipos de livros.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas
cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia, o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos. Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome um novo tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado… outra marca de sabonete, outro creme dental… tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar outro emprego, uma
nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.Experimente coisas novas.
Troque novamente. Mude de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores de que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa, mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por um tempo o estilo das roupas.
Dê os seus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente pela praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama… depois, procure dormir em outra cama.
Assista a outros programas de tv, compre outros jornais… leia outros tipos de livros.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas
cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia, o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos. Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome um novo tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado… outra marca de sabonete, outro creme dental… tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar outro emprego, uma
nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.Experimente coisas novas.
Troque novamente. Mude de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores de que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!