"- Você é anormal menina. Eita, o que ele fazia de tão especial? Tipo, sei que não é fácil esquecer, mas gostar às vezes é estranho…
- Não fazia nada…Eu só.. Só gostava, entende?
- Mas porque gosta “às vezes” dele ainda?
- Por gostar. Me apeguei à ele como nunca me apeguei a ninguém…Prendi e não quis mais soltar.
- Entendo. E ele, por onde anda?
- Pelas ruas de um Porto, caçando borboletas em estômagos vazios, fazendo espelhar aquele riso viciante nos vidros dos carros e nas poças d’água.. Amando mulheres, garotas, meninas…Amando todas, menos à mim."
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Adeus e A Deus.
Com exatos quatro anos e cinco meses de vida ele se vai, tornando-se apenas uma lembrança, uma memória escrita que sairá do ar, mas ficará guardado como uma outra coisa qualquer.
Muitas lembranças, poemas, retratos do dia-a-dia e do trecho de uma vida que servia apenas como válvula de scape. Hoje eu me despeço e jogo a Deus.
Um beijo, um abraço e boa sorte.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Meses.
Fazem meses que não te vejo, 'que não falo com você'. Não sei se você está bem, se está estudando, se está gostando de outro alguém ou se às vezes ainda sonha comigo. Nada mais sei sobre você, além do que sobrou. Recentemente vi umas fotos suas, o corte de cabelo ainda era o mesmo, o físico, o estilo de roupas. Mas tinha algo diferente, eu sei que tinha, porém, como eu poderia explicar?
Era algo no seu olhar castanho escuro, como se faltasse algo por dentro de você. Era o formato dos traços do seu sorriso, como se tivesse perdido um pedaço de você...
Então lembrei, talvez o que faltava, era o pedaço de você que eu levei comigo, e não consegui te devolver.
Era algo no seu olhar castanho escuro, como se faltasse algo por dentro de você. Era o formato dos traços do seu sorriso, como se tivesse perdido um pedaço de você...
Então lembrei, talvez o que faltava, era o pedaço de você que eu levei comigo, e não consegui te devolver.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Só uma coisa.

Só tenho uma coisa a dizer: Eu gosto muito dos teus olhos. Muito, muito mesmo. Eles me transmitem paz, me acalmam...
As vezes passo minutos e minutos observando fotos suas só para olhar bem os seus olhos e imaginar o que você sentia no momento, porque eles demonstram muita coisa a seu respeito. Outras vezes eu te observo de longe, pelo mesmo motivo.
Olhos castanhos serenos, olhar de infância, de carisma. Tenho vontade de dar um abraço bem apertado e demorado como os de costume e um beijo na bochecha. Eu não sei o que é isso, mas os seus olhos são os mais lindos e sinceros que eu já vi...
As vezes passo minutos e minutos observando fotos suas só para olhar bem os seus olhos e imaginar o que você sentia no momento, porque eles demonstram muita coisa a seu respeito. Outras vezes eu te observo de longe, pelo mesmo motivo.
Olhos castanhos serenos, olhar de infância, de carisma. Tenho vontade de dar um abraço bem apertado e demorado como os de costume e um beijo na bochecha. Eu não sei o que é isso, mas os seus olhos são os mais lindos e sinceros que eu já vi...
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Caminho.

Me perdi no caminho e não acho a saida, preciso recomessar e não encontro uma frestinha pra sair. Tentei encontrar e tive certeza que tinha achado mas era engano, era a luz da minha lanterna refletindo. Perdi denovo! Nada se ganha, só se perde. As unicas coisas que se tem a gente perde, e só da conta depois, ai já viu né, a água ja levou.
Temos 3 caminhos e só um certo, agora, qual a probabilidade de vc acertar ele?
sábado, 29 de janeiro de 2011
Paz.

Tenho sentido uma paz tão grande, nunca me senti assim. É como se eu tivesse me libetado de alguma coisa muito forte que me amarrasse e eu não conseguisse sair. Eu acho que aquele sentimento todo era desnecessário, e que estava grudado a mim apenas como um controle da vida, pra eu não surtar nem enlouquecer. Não que eu ache que ele não exista mais, pelo contrário, ele deve até existir, mas está guardado apenas para ocasiõs especiais, e estas demoram muito a acontecer.
Me sinto tão mais leve, mais limpa, mais rasa de tudo aquilo que transbordava.
Me sinto menos incompleta, me sinto livre, me sinto só, mas no lado bom de conseguir concretizar as coisas sem nada para atrapalhar.
Liberdade, era isso que eu precisava!
Me sinto tão mais leve, mais limpa, mais rasa de tudo aquilo que transbordava.
Me sinto menos incompleta, me sinto livre, me sinto só, mas no lado bom de conseguir concretizar as coisas sem nada para atrapalhar.
Liberdade, era isso que eu precisava!
domingo, 23 de janeiro de 2011
Ultima Palavra.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Rebobinar.

Me falta tempo e as vezes alguma vontade mas não vinha ao caso hoje. Alias, não vinha ao caso a semana inteira, desde que o mês começou, desde antes do ano acabar. Eu precisava escrever e desabafar, só não sabia como.
A questão é cansaço. De que? Tudo. Exageradamente TUDO.
Cansaço de ser usada pelas pessoas, mal reconhecida, mal amada, mal comida, mal compreendida, mal de tudo. Cansaço das pessoas, que abusam e usam da minha boa vontade, do meu amor, do meu carinho, da minha amizade.
E eu? Que só queria ser feliz? Eu só tentei ajudar. Só me doei pra todo mundo.
Eu tentei! Eu estava tentando até hoje, quando recebi um pé na bunda e um some da minha vida exculaxado que me deprimiu e me doeu e me deu um nó no estomago. Eu tive vontade de chorar, eu me segurei, eu foquei no trabalho, no trabalho, no estudo, no amigo, na conversa, no video, na risada, na morte da bezerra, no latido do cachorro do vizinho do prédio ao lado. Eu subi e desci e todos os nossos momentos se passaram pela minha cabeça como se fosse um filme, como se fosse uma morte e era. Era porque naquele momento você morria pra mim.
VOCÊ MORRIA. Morria, morria, morria, morria e eu me espremia, me agarrava, me segurava porque o tempo passa e passa e passa e passou, quatro meses juntos foram para o lixo enfiados em sacos e todo o amor decepado, enterrado, comido e agora vomitado.
Eu tentei, o tempo me tentava mas eu tentei, o cerebro tentava mas eu tentei, e tentei e eu lutei mesmo de longe eu desejei e fiz o que pude fazer no momento que teve que ser feito e você sumiu. Não colaborou você largou tudo que tinha conseguido. Você desligou, não mandou mais as mensagens nem fez os telefonemas e despareceu e eu perguntei e você respondeu e você perguntou e eu disse que tava com preguiça porque eu tava mas também não sabia o que te falar. Se eu pudesse eu rabobinava tudo e tentava não me entregar, não te conhecer, não conversar. E eu tive medo. O tempo todo eu tive medo, medo, medo, medo de perder porque no fundo eu sabia que ia acabar perdendo e eu perdi. Na verdade eu não perdi, eu nunca tive. Nós nunca nos tivemos inteiros eu sempre fui incompleta e eu sempre vou ser assim por que o me completa esta completamente longe de mim.
A questão é cansaço. De que? Tudo. Exageradamente TUDO.
Cansaço de ser usada pelas pessoas, mal reconhecida, mal amada, mal comida, mal compreendida, mal de tudo. Cansaço das pessoas, que abusam e usam da minha boa vontade, do meu amor, do meu carinho, da minha amizade.
E eu? Que só queria ser feliz? Eu só tentei ajudar. Só me doei pra todo mundo.
Eu tentei! Eu estava tentando até hoje, quando recebi um pé na bunda e um some da minha vida exculaxado que me deprimiu e me doeu e me deu um nó no estomago. Eu tive vontade de chorar, eu me segurei, eu foquei no trabalho, no trabalho, no estudo, no amigo, na conversa, no video, na risada, na morte da bezerra, no latido do cachorro do vizinho do prédio ao lado. Eu subi e desci e todos os nossos momentos se passaram pela minha cabeça como se fosse um filme, como se fosse uma morte e era. Era porque naquele momento você morria pra mim.
VOCÊ MORRIA. Morria, morria, morria, morria e eu me espremia, me agarrava, me segurava porque o tempo passa e passa e passa e passou, quatro meses juntos foram para o lixo enfiados em sacos e todo o amor decepado, enterrado, comido e agora vomitado.
Eu tentei, o tempo me tentava mas eu tentei, o cerebro tentava mas eu tentei, e tentei e eu lutei mesmo de longe eu desejei e fiz o que pude fazer no momento que teve que ser feito e você sumiu. Não colaborou você largou tudo que tinha conseguido. Você desligou, não mandou mais as mensagens nem fez os telefonemas e despareceu e eu perguntei e você respondeu e você perguntou e eu disse que tava com preguiça porque eu tava mas também não sabia o que te falar. Se eu pudesse eu rabobinava tudo e tentava não me entregar, não te conhecer, não conversar. E eu tive medo. O tempo todo eu tive medo, medo, medo, medo de perder porque no fundo eu sabia que ia acabar perdendo e eu perdi. Na verdade eu não perdi, eu nunca tive. Nós nunca nos tivemos inteiros eu sempre fui incompleta e eu sempre vou ser assim por que o me completa esta completamente longe de mim.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Eu quero parar.

"Quando pensava em parar, o telefone tocou. Então uma voz que eu não ouvia há muito tempo, tanto tempo que quase não a reconheci, (mas como poderia esquecê-la?) uma voz amorosa falou meu nome, uma voz quente repetiu que sentia uma saudade enorme, uma falta insuportável, e que queria voltar, pediu, (…). Se podia voltar, insistiu, para sermos felizes juntos. Eu disse que sim, claro que sim, muitas vezes que sim, e aquela voz repetiu e repetia que me queria desta vez ainda mais, de um jeito melhor e para sempre agora."
domingo, 2 de janeiro de 2011
Faz parte.
Lembrar.

"Vou te escrever carta e não mandar.
Vou tentar recompor teu rosto sem conseguir.
Vou ver Júpiter e me lembrar de você.
Vou ver Saturno e me lembrar de você.
Daqui a vinte anos voltarão a se encontrar.
O tempo não existe.
O tempo existe, sim, e devora.
Vou procurar teu cheiro no corpo de outra mulher. Sem encontrar, porque terei esquecido. Alfazema?
Alecrim. Quando eu olhar a noite enorme do Equador, pensarei se tudo isso foi um encontro ou uma despedida.
E que uma palavra ou um gesto, seu ou meu, seria suficiente para modificar nossos roteiros.
(Silêncio)
Mas não seria natural.
Natural é as pessoas se encontrarem e se perderem.
Natural é encontrar. Natural é perder.
Linhas paralelas se encontram no infinito.
O infinito não acaba. O infinito é nunca.
Ou sempre!"
Descobri.

"Mas tudo está bem agora, eu digo: agora. Houve uma mudança de planos e eu me sinto incrivelmente leve e feliz. Descobri tantas coisas. Tantas, Tantas. Existe tanta coisa mais importante nessa vida que sofrer por amor. Que viver um amor. Tantos amigos. Tantos lugares. Tantas frases e livros e sentidos. Tantas pessoas novas. Indo. Vindo. Tenho só um mundo pela frente."
Caio F.
sábado, 25 de dezembro de 2010
Mansão chester para familiares loucos.
Faz tempo que eu tava planejando deixar isso aqui com uma cara mais pessoal/particular e não sabia como, pelo menos não até eu perceber que eu ando tão louca a ponto de confundir todos os nomes das coisas toda hora.
Mr. Cheney por Mr.Deeds, Nilbbert por Norbit, tender por chester e finalmente, o nome que deu origem ao texto, Foster por Chester.
Para maior compreensão, vou desenrolar essa parte da história, começando a citar que meu espirito natalino começou na sexta a partir das 14 horas, quando comecei a twitar loucamente spoilers da noite de natal e piadinhas que não poderiam faltar, além dos clássicos presentes de natal ganhados por seus parentes.
Sexta-feira, 24 de dezembro noite de natal e todos estavamos na casa da minha vó para a nossa tradicional e louca ceia de natal de todos os anos, na qual haveriam milhares de gracinhas, tirações de sarro um do outro, cagadas cometidas, brincadeirinhas e a tradicional piada do PAVÊ, quando minha tia pássa com um pedaço roliço de carne, conhecido por muitos como TENDER e por mim como 'PSEUDO CHESTER', uma vez que eu nunca lembrava o nome daquela coisa. Eis que eu e minha prima olhamos uma a outra com a cara de quem perguntava "Má que porra é essa?", já que a minha tia havia decorado aquilo de uma forma irreconhecivel e no mesmo instante outra tia começa a falar de algum motivo sobre chester e eu me recordo do famoso desenho passado no carton net work, 'Mansão foster para amigos imaginários', viro para minha prima e logo solto a seguinte viagem "Tinha um desenho chamado assim, né?" imediatamente ela me vira para mim com o olhar de "Ah é?" e eu continuo "Mansão CHESTER para amigos imaginários" e ela fala "Não, é FOSTER!" e caimos na gargalhada.
As nossas loucuras não pararam por ai não, até porque até o momento eu só contei um pequeno pedaço do que eu sou capaz de fazer no meu estado mais normal. Ao desenrolar da noite ceiamos, falando besteiras até que por alguns segundos meu pai solta que eu e minha mãe passamos a noite falando e não deixamos ele dormir. Automaticamente minha começa a se defender, alegando que ele dorme com as galinhas e que as 19 horas já tá roncando no sofá e o assunto começa a se intensificar mudando apenas os temas até que o assunto se torna o "falar demais" e minha tia começa a falar ocisas da minha prima e ela a reclamar queminha tia fala muito e reclama de tudo até que eu solto a seguinte frase "lá em casa nem precisa ter briga, aguentar minha mãe falando já uma tortura" e meu pai continua me dando todo o apoio do mundo "é, desligar o PONEQUINHO DO PARAGUAI é impossivel, o botão fica escondido" e começa a zona denovo.
Após a devida comilância e entupimento dos respectivos estômagos com toda aquela variedade de coisa que nunca se come durante o ano, veio a nossa querida sobremesa, composta por um bolo podre que eu fiz e que não ficou tão podre assim de dôs de leitchê cu noises, digo, doce de leite com nozes, o pudim de leite condensado delicia da minha tia e o classiCÃO pavê, que não pode faltar numa ceia de natal, e muito menos na nossa e OBVIO a zuação: "Pega esse pedaço e o resto é meu", "Fulano não para de comer" entre outros e a primeira a acontecer foi comigo e olha só que injusto, só porque eu comi QUASE todas as nozes do pavê, mas que fique bem claro o QUASE, porque eu ainda deixei umas duas ali, hein! E em seguida com a minha prima, que pegou o segundo pédaço de bolo, mas poxa, era SÓ o segundo, poderia ser o QUARTO! Mas isso apenas o nosso querido Santino tem o dom de fazer!
Enfim, a noite se foi e eu fui dormir só as 5h da manhã, graças a minha adoravél vizinha que deixou o som ligado esquecendo-se que existem pessoas que precisam de dormir!
Mas não posso me esquecer que uma das músicas tocadas em meio ao mau gosto musical dos individuos foi "Papai Noel Filho da Puta", dos Garotos Podres, coisa que me surpeendeu bastante vindo daquele povo.
Finalmente acordei, tomei banho, me arrumei e fui para o almoço, de á ia para a outra minha vó então entrei apenas para deixar a bolsa enquanto meu pai esperava no carro em frente ao portão. Eis que meu tio chegou com o resto da muvuca e quando eu desci quase entrei no carro errado crente que eu estava no carro certo. Fato é que é um problema todo mundo ter carro sedan preto.
Logo voltei e fomos arrumar a mesa, constatei que meu padrinho é completamente LOUCO e não faz a menor ideia do que ele faz no mundo! uahsuaihushaushas
Ficamos uma meia hora discutindo sobre a música do filme 'Psicose' por causa de umas facas que minha tia colocou na mesa e ele ficou simulando a famosa cena do filme, depois ficou me chamdno de Melina, por que fala que eu pareço com a menina da novela e em seguida, quando eu pedi pra ele virar a mesa ele fez uma confusão louca e ainda brigou comigo porque EU TAVA VIRANDO ERRADO SENDO QUE JÁ ESTAVA CERTA e ele QUERIA VIRAR ERRADO DENOVO!
Almoçamos, falamos merda, zoamos, comemos a sobremesa, tomamos sorvete, falamos mais merda e fizemos um circulo para contar piadas. A Lamentação da minha madrinha era engraçada, também, uma piada pior que a outra, era tal de CHICAGO sendo berrado do banheiro do avião, de elevador sendo chamado, até chegare na sessão censurada, coisa que rendeu bons videos que obviamente não serão publicados.
É, nossas festas familiares de fato rendem uma BOA MERDA para ser contada e vista, além das exatas 5 tentativas de tombo minhas SÓ ONTEM, sendo que uma quase foi encima da minha vó.
Mas sinceramente, eu não troco isso ai por anda não, óh!
Mr. Cheney por Mr.Deeds, Nilbbert por Norbit, tender por chester e finalmente, o nome que deu origem ao texto, Foster por Chester.
Para maior compreensão, vou desenrolar essa parte da história, começando a citar que meu espirito natalino começou na sexta a partir das 14 horas, quando comecei a twitar loucamente spoilers da noite de natal e piadinhas que não poderiam faltar, além dos clássicos presentes de natal ganhados por seus parentes.
Sexta-feira, 24 de dezembro noite de natal e todos estavamos na casa da minha vó para a nossa tradicional e louca ceia de natal de todos os anos, na qual haveriam milhares de gracinhas, tirações de sarro um do outro, cagadas cometidas, brincadeirinhas e a tradicional piada do PAVÊ, quando minha tia pássa com um pedaço roliço de carne, conhecido por muitos como TENDER e por mim como 'PSEUDO CHESTER', uma vez que eu nunca lembrava o nome daquela coisa. Eis que eu e minha prima olhamos uma a outra com a cara de quem perguntava "Má que porra é essa?", já que a minha tia havia decorado aquilo de uma forma irreconhecivel e no mesmo instante outra tia começa a falar de algum motivo sobre chester e eu me recordo do famoso desenho passado no carton net work, 'Mansão foster para amigos imaginários', viro para minha prima e logo solto a seguinte viagem "Tinha um desenho chamado assim, né?" imediatamente ela me vira para mim com o olhar de "Ah é?" e eu continuo "Mansão CHESTER para amigos imaginários" e ela fala "Não, é FOSTER!" e caimos na gargalhada.
As nossas loucuras não pararam por ai não, até porque até o momento eu só contei um pequeno pedaço do que eu sou capaz de fazer no meu estado mais normal. Ao desenrolar da noite ceiamos, falando besteiras até que por alguns segundos meu pai solta que eu e minha mãe passamos a noite falando e não deixamos ele dormir. Automaticamente minha começa a se defender, alegando que ele dorme com as galinhas e que as 19 horas já tá roncando no sofá e o assunto começa a se intensificar mudando apenas os temas até que o assunto se torna o "falar demais" e minha tia começa a falar ocisas da minha prima e ela a reclamar queminha tia fala muito e reclama de tudo até que eu solto a seguinte frase "lá em casa nem precisa ter briga, aguentar minha mãe falando já uma tortura" e meu pai continua me dando todo o apoio do mundo "é, desligar o PONEQUINHO DO PARAGUAI é impossivel, o botão fica escondido" e começa a zona denovo.
Após a devida comilância e entupimento dos respectivos estômagos com toda aquela variedade de coisa que nunca se come durante o ano, veio a nossa querida sobremesa, composta por um bolo podre que eu fiz e que não ficou tão podre assim de dôs de leitchê cu noises, digo, doce de leite com nozes, o pudim de leite condensado delicia da minha tia e o classiCÃO pavê, que não pode faltar numa ceia de natal, e muito menos na nossa e OBVIO a zuação: "Pega esse pedaço e o resto é meu", "Fulano não para de comer" entre outros e a primeira a acontecer foi comigo e olha só que injusto, só porque eu comi QUASE todas as nozes do pavê, mas que fique bem claro o QUASE, porque eu ainda deixei umas duas ali, hein! E em seguida com a minha prima, que pegou o segundo pédaço de bolo, mas poxa, era SÓ o segundo, poderia ser o QUARTO! Mas isso apenas o nosso querido Santino tem o dom de fazer!
Enfim, a noite se foi e eu fui dormir só as 5h da manhã, graças a minha adoravél vizinha que deixou o som ligado esquecendo-se que existem pessoas que precisam de dormir!
Mas não posso me esquecer que uma das músicas tocadas em meio ao mau gosto musical dos individuos foi "Papai Noel Filho da Puta", dos Garotos Podres, coisa que me surpeendeu bastante vindo daquele povo.
Finalmente acordei, tomei banho, me arrumei e fui para o almoço, de á ia para a outra minha vó então entrei apenas para deixar a bolsa enquanto meu pai esperava no carro em frente ao portão. Eis que meu tio chegou com o resto da muvuca e quando eu desci quase entrei no carro errado crente que eu estava no carro certo. Fato é que é um problema todo mundo ter carro sedan preto.
Logo voltei e fomos arrumar a mesa, constatei que meu padrinho é completamente LOUCO e não faz a menor ideia do que ele faz no mundo! uahsuaihushaushas
Ficamos uma meia hora discutindo sobre a música do filme 'Psicose' por causa de umas facas que minha tia colocou na mesa e ele ficou simulando a famosa cena do filme, depois ficou me chamdno de Melina, por que fala que eu pareço com a menina da novela e em seguida, quando eu pedi pra ele virar a mesa ele fez uma confusão louca e ainda brigou comigo porque EU TAVA VIRANDO ERRADO SENDO QUE JÁ ESTAVA CERTA e ele QUERIA VIRAR ERRADO DENOVO!
Almoçamos, falamos merda, zoamos, comemos a sobremesa, tomamos sorvete, falamos mais merda e fizemos um circulo para contar piadas. A Lamentação da minha madrinha era engraçada, também, uma piada pior que a outra, era tal de CHICAGO sendo berrado do banheiro do avião, de elevador sendo chamado, até chegare na sessão censurada, coisa que rendeu bons videos que obviamente não serão publicados.
É, nossas festas familiares de fato rendem uma BOA MERDA para ser contada e vista, além das exatas 5 tentativas de tombo minhas SÓ ONTEM, sendo que uma quase foi encima da minha vó.
Mas sinceramente, eu não troco isso ai por anda não, óh!
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
De plástico.

"Meio dia, acordei. Sobrevivi a mais uma noite de tristeza e caos.
Agora? Agora eu vou passar a minha maquiagem e colocar a minha máscara, botar um sorriso de plástico na cara, meus novos óculos da Gucci e sair para fazer compras. Só assim eu poderei me sentir completa."
"Sempre posso estar enganada, e os meus olhos de agora serem incapazes de verem certas coisas."
Agora? Agora eu vou passar a minha maquiagem e colocar a minha máscara, botar um sorriso de plástico na cara, meus novos óculos da Gucci e sair para fazer compras. Só assim eu poderei me sentir completa."
"Sempre posso estar enganada, e os meus olhos de agora serem incapazes de verem certas coisas."
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Afinal, o que quer todo mundo?
"Eu sempre achei que o amor, que o grande amor fosse incondicional. Que quando houvesse um grande encontro entre duas pessoas tudo pudesse acontecer… Porque se aquele fosse o grande amor, ele sempre voltaria triunfal… Mas nem todo amor é incondicional… Acreditar na eternidade do amor é precipitar o seu fim. Porque você acha que esse amor aguenta tudo, então de um jeito ou de outro você acaba fazendo esse amor passar por tudo…. Um grande amor não é possível. E talvez por isso é que seja grande – para que nele caiba o impossível.Eu sempre achei que o amor, que o grande amor, fosse incondicional. Que quando duas pessoas se encontram, quando este Encontro acontece, pode trair, brochar, azar, todas as porradas… Sendo o grande amor, ele voltará triunfal, sempre. Mas não, nenhum amor é incondicional. Então, acreditar na incondicionalidade é decididamente precipitar o fim do amor. Porque você acha que esse amor aguenta tudo, então de um jeito ou de outro você acaba fazendo esse amor passar por tudo… E um amor não aguenta tudo. Nada nessa vida é assim. Daí você fala que esse amor não tem fim, para que o fim então comece. Um grande amor não é possível – e talvez por isso é que seja grande. Assim, nele obrigatoriamente cabe, tem de caber também o impossível. Mas quem acredita? Quem acredita no impossível? Se não apaixonadamente? Como a um Deus, incondicionalmente?"
Por André Newmann






